Habitat - Encontra-se em climas com amplitudes térmicas suaves, húmidade atmosférica e insolações elevadas. Suporta bem todos os tipos de solos excepto os calcários ou muito mal drenados.
Risco de extinção - Os montados portugueses apresentam algumas ameaças: situações como o declínio dos montados devido a doenças e pragas, o aumento do risco de incêndio florestal face às alterações climáticas e expansão urbanística e a promoção de novos empreendimentos turísticos, podem afectar a integridade dos montados enquanto ecossistemas de elevada importância ambiental, colocando também em causa a única actividade económica em que Portugal é líder mundial, pelo que devem se unir esforços para manter o desenvolvimento sustentável dos montados.
Benefícios da sua preservação- Em termos ambientais os montados de sobro e os sobreirais, desempenham funções importantes na conservação do solo, na regularização do ciclo hidrológico e na qualidade da água, na produção de oxigénio e consequente sequestro do carbono da atmosfera, apresentando-se também como ecossistemas florestais mediterrânicos singulares, extremamente ricos em termos de biodiversidade. Sem estes os níveis de dióxido de carbono aumentando assim o efeito de estufa e colocando em risco de extinção muitas outras espécies.
Distribuição geográfica - Distribui-se essencialmente pela Península Ibérica e por alguns locais mais húmidos do norte de África. Em Portugal predomina a sul do rio Tejo, surgindo naturalmente associado: ao pinheiro-bravo nos terrenos arenosos da Península de Setúbal, Vale do Sado e litoral sotavento algarvio; à azinheira (Quercus ilex) em algumas regiões do interior alentejano, na zona nascente da serra algarvia, Tejo Internacional e Douro Internacional; ao carvalho-cerquinho (Quercus faginea) na Estremadura, Alentejo Litoral e Monchique; ao carvalho-das-canárias (Quercus canariensis) na região de Odemira-Monchique; ao carvalho-negral (Quercus pirenaica) em alguns pontos da Beira Interior e Alto Alentejo, como as Serras da Malcata, São Mamede e Ossa. Surge ainda em alguns pontos de clima atlântico com pluviosidade extremamente elevada, como na Serra do Gerês, onde predomina nas encostas mais soalheiras.
Distribuição geográfica dos sobreiros no Mar Mediterrâneo
Espécie - Quercus Suber
Nome comum - Sobreiro
Habitat - Encontra-se em climas com amplitudes térmicas suaves, húmidade atmosférica e insolações elevadas. Suporta bem todos os tipos de solos excepto os calcários ou muito mal drenados.
Risco de extinção - Os montados portugueses apresentam algumas ameaças: situações como o declínio dos montados devido a doenças e pragas, o aumento do risco de incêndio florestal face às alterações climáticas e expansão urbanística e a promoção de novos empreendimentos turísticos, podem afectar a integridade dos montados enquanto ecossistemas de elevada importância ambiental, colocando também em causa a única actividade económica em que Portugal é líder mundial, pelo que devem se unir esforços para manter o desenvolvimento sustentável dos montados.
Benefícios da sua preservação - Em termos ambientais os montados de sobro e os sobreirais, desempenham funções importantes na conservação do solo, na regularização do ciclo hidrológico e na qualidade da água, na produção de oxigénio e consequente sequestro do carbono da atmosfera, apresentando-se também como ecossistemas florestais mediterrânicos singulares, extremamente ricos em termos de biodiversidade. Sem estes os níveis de dióxido de carbono aumentando assim o efeito de estufa e colocando em risco de extinção muitas outras espécies.
Distribuição geográfica - Distribui-se essencialmente pela Península Ibérica e por alguns locais mais húmidos do norte de África. Em Portugal predomina a sul do rio Tejo, surgindo naturalmente associado: ao pinheiro-bravo nos terrenos arenosos da Península de Setúbal, Vale do Sado e litoral sotavento algarvio; à azinheira (Quercus ilex) em algumas regiões do interior alentejano, na zona nascente da serra algarvia, Tejo Internacional e Douro Internacional; ao carvalho-cerquinho (Quercus faginea) na Estremadura, Alentejo Litoral e Monchique; ao carvalho-das-canárias (Quercus canariensis) na região de Odemira-Monchique; ao carvalho-negral (Quercus pirenaica) em alguns pontos da Beira Interior e Alto Alentejo, como as Serras da Malcata, São Mamede e Ossa. Surge ainda em alguns pontos de clima atlântico com pluviosidade extremamente elevada, como na Serra do Gerês, onde predomina nas encostas mais soalheiras.